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quinta-feira, 28 de março de 2013

Os sinais da auto-confiança

Descubra o profissional confiante que há em si. 

Todos nós temos fases em que nos achamos capazes de qualquer coisa e outras em que, pelo contrário, qualquer objectivo nos parece demasiado fora do nosso alcance.  Mas há pessoas cuja auto-confiança é suficientemente forte para não se deixar abalar por metas quase impossíveis de atingir ou resultados totalmente fora das suas expectativas. Para saber reconhecer, e descobrir o ser confiante que há em si, destacamos os seis sinais mais evidentes de uma elevada autoconfiança. 

1. Admite facilmente quando erra. 
A pessoa auto-confiante não tem receio de assumir os seus erros porque sabe que o êxito não se faz apenas de sucessos, mas também de tentativas e de falhas. Quem está seguro do seu valor, enquanto profissional ou mesmo a nível pessoal, encara uma falha como um percalço no caminho mas nunca como um obstáculo para chegar ao sucesso. 

2. Fala com entusiasmo dos seus feitos. Não se trata aqui de presunção ou vaidade, mas sim o orgulho próprio de quem se entrega com paixão aquilo que são as suas funções e responsabilidades. Pessoas com uma elevada auto-estima não se inibem de falar de si, nem de demonstrar o seu valor aos outros.

3. Apresenta-se com segurança. A linguagem corporal é o primeiro elemento denunciador do nível de autoconfiança de alguém. Uma boa postura, com um olhar directo e um cumprimento firme são sinais reveladores de uma personalidade segura de si, com uma elevada auto-estima. Por outro lado, também o vestuário poderá indicar o tipo de personalidade com que se está a lidar.

4. Não teme “remar contra a maré”. Porque está seguro de si e das suas convicções, e não demonstra qualquer dificuldade em lidar com o erro, não hesita quando se trata de defender as suas opiniões contra qualquer argumento ou teoria. Se realmente acredita numa coisa, manterá a sua convicção até provar que está certo… ou que estava errado! 

5. Não receia mudar de opinião. Tal como defende as suas convicções, uma pessoa auto-confiante não encara a mudança de opinião como um efeito da derrota ou um sinal de fragilidade. Como não sente que tenha algo a provar aos outros, mudar de ideias é tão natural como defender até às ultimas consequências as suas convicções. 

6. Tem sempre uma abordagem positiva. Não admitem derrotismos nem discursos negativistas. Mesmo quando analisa fracassos, ou algo menos bem conseguido, existem sempre palavras de optimismo e pontos positivos a realçar.

7. Está sempre disposto a participar. Seja numa conversa de amigos ou numa discussão de trabalho, este tipo de pessoas não se coíbe de dar a sua contribuição. Nestas situações, facilmente dominam uma conversa, dado o entusiasmo com que se entregam à defesa dos seus argumentos e apresentação de novas ideias. 

8. Gosta de novos desafios. A confiança nas suas próprias capacidades levam qualquer pessoa a gostar de ir sempre um bocadinho mais longe e assumir novos desafios. Em termos profissionais, a auto-confiança traduz-se em não ter receio de correr o risco e sair da esfera das funções habituais.


Fonte:
http://emprego.sapo.pt/guia-carreira/artigo/178/os-sinais-da-auto-confianca.htm
sapo emprego

sexta-feira, 22 de março de 2013

Custo da mão-de-obra não resolve problema da indústria nacional


22/03/2013 | 14:00 | Dinheiro Vivo
O estudo "Os principais desafios da indústria em Portugal", que está agora a ser apresentado pela consultora PwC, no Palácio da Bolsa, no Porto, conclui que a aposta na mão-de-obra barata não vai resolver o problema do setor. Mais inovação, maior qualificação dos recursos humanos, menos burocracia do lado do Estado, IRC mais amigo do investidor, redução dos custos com energia e um financiamento mais ágil às empresas constituem os principais fatores suscetíveis de impulsionar a indústria nacional.
A indústria pesa 24% no PIB português, mas já contribuiu com 29% para a riqueza nacional, em 1995. Dá emprego a 833 mil trabalhadores e pesa 24% na população empregada, abaixo dos 30% que chegou a representar em 1995.
Perante este panorama, a PwC consultou dois painéis, um em Lisboa e outro no Norte do país (30 pessoas no total), constituídos por industriais, académicos e profissionais da banca. O resultado aponta para a necessidade de a indústria procurar novas soluções, mas o Estado não deverá furtar-se ao seu papel de auxiliar do investimento. Uma das sugestões passa pela criação do gestor do contribuinte no Fisco com o intuito de ajudar as empresas portuguesas que querem investir no estrangeiro.
"Em Portugal temos um problema de pouco valor acrescentado bruto por capital empregue ou por trabalhador, devido, em grande parte, a métodos de trabalho pouco estruturados e não tanto ao número de horas trabalhadas por semana", referem os relatores do estudo.
Aspeto em destaque no documento prende-se com o custo com pessoal, sendo que os painéis ouvidos pela PwC contrariam afirmações recentes de Belmiro de Azevedo, chairman da Sonae, mas corroboram posições de figuras como o presidente Cavaco Silva. "Não é no custo da mão-de-obra que podem ser encontradas as soluções para o problema da produtividade na indústria portuguesa. Contudo, é necessária uma legislação laboral mais adaptada às necessidades de algumas empresas, nomeadamente as que trabalham por turnos".
Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO124450.html?page=0

quarta-feira, 20 de março de 2013

Motivação


Um exemplo de motivação, e consequente aumento de produtividade pela satisfação e bem estar do funcionário
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2013/03/20/funcionarios-de-fabrica-de-cortica-experimentaram-massagens-a-meio-do-turno


Fonte:
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2013/03/20/funcionarios-de-fabrica-de-cortica-experimentaram-massagens-a-meio-do-turno

sábado, 9 de março de 2013

... porque um vencimento assim?


Banco Barclays, breve crónica.

Até então, todo o capital humano da Organização era necessário e enquadrava-se na estratégia de crescimento do banco.O mercado estagnou, e consequente a perda de receitas instala-se.
O que fazer?
Cortar na despesa!!!, pois à vista é o mais fácil. 
Começamos por onde?
Isso é fácil, pelas sucursais, pois nós "CEO´s" não podemos perder vencimento. 
E vamos despedir cerca de 190 colaboradores para poupar 2.600.000,00€? 
Claro.
Mas assim vamos continuar a perder receitas pelo fecho das sucursais.
AAHH, isso depois vê-se, e até voltamos a contratar, contribuindo para a diminuição do desemprego...


abaixo, notícia de inspiração para a crónica.

Banca

CEO do Barclays recebeu 2,6 milhões de euros em 2012

Alberto Teixeira   08/03/13 15:28 
Num ano marcado por prejuízos e anúncio de despedimentos, Antony Jenkins recebeu 2,6 milhões de euros do Barclays.
O presidente executivo do Barclays, Antony Jenkins, recebeu 2,3 milhões de libras (2,6 milhões de euros) no ano passado, menos 63% do salário e bónus de longo prazo que o seu antecessor, Robert Diamond, recebeu em 2011.
Jenkins tornou-se CEO do banco britânico apenas em Setembro do ano passado, depois de o escândalo em torno do caso da manipulação das taxas interbancárias Libor ter levado Diamond a demitir-se.
Segundo o comunicado de hoje, o segundo maior banco britânico em activos premiou 428 trabalhadores com mais de um milhão de libras em 2012, menos do que os 473 em 2011, numa tentativa de responder às críticas da opinião pública em relação ao alto nível de remunerações no banco.
No ano passado, o Barclays registou prejuízos de 1,2 mil milhões de euros, número que comparou com o lucro de 3,5 mil milhões obtido no ano anterior.
Para responder a estes resultados, Antony Jenkins anunciou um plano para reduzir os custos do banco em 19 mil milhões de euros até 2015. Esse plano implica, já este ano, 3.700 despedimentos, dos quais 1.800 acontecerão na banca de investimento e 1.900 no negócio europeu. Portugal será atingido.

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/ceo-do-barclays-recebeu-26-milhoes-de-euros-em-2012_164421.html

sexta-feira, 8 de março de 2013

"Ninguém quer um país pobre", mas "o ideal era que os salários descessem"

António Borges, que é consultor do Governo, sustenta que o valor actual do salário mínimo (485 euros) deve ser mantido como está, mas refere que o combate ao desemprego podia ser mais eficaz se os vencimentos fossem reduzidos

O consultor do Governo para as privatizações considera que "a primeira prioridade", tendo em conta "as dificuldades com que as pessoas se defrontam hoje em dia, é voltar a pô-las a trabalhar, é encontrar postos de trabalho". António Borges defende que "isso não se faz tornando o posto de trabalho mais caro" e diz que "o ideal era que os salários descessem"....
(fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=99414)


Vejamos
O capital humano depende da economia, é certo. Mas a economia também depende do capital humano, pois é este que a faz evoluir.
Neste tipo de situação (salário)  parece todas as atenções são direcionadas apenas para a entidade patronal, em que aparentemente ninguém se preocupa com NECESSIDADES do trabalhador e os efeitos nefastos que estes comportamentos têm sobre a produtividade do mesmo.

Um exemplo
Só o anúncio de greve na TAP, é suficiente para gerar um perda de aproximadamente 10 milhões de euros.
(fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2174357)

... esta politica de defesa única da Empresa estará correta?
... a motivação do trabalhador já não é importante?
... a teoria das necessidades de Maslow, será que se esqueceram?

quinta-feira, 7 de março de 2013

Mais de 70 empresas alinham hoje no dia fora do escritório


Muitos portugueses trabalham hoje fora do escritório. E você, já sabe onde vai trabalhar?
A iniciativa chama-se "Out of Office Day", já tem enorme expressão e aderência a nível internacional, nomeadamente na Alemanha, Canadá, Reino Unido e Suíça, mas é a primeira vez que é lançada em Portugal, com o apoio do Ministério da Economia. Já aderiram mais de 70 organizações entre as quais a Microsoft , a Câmara Municipal de Lisboa, a Fundação Champalimaud, o Grupo CH, a Lift, a Unisys, a Jason Associates, entre muitas outras.
A ideia é trabalhar a partir de um qualquer local escolhido: de casa, da esplanada, do jardim, ou de onde for mais conveniente. Pretende-se que os portugueses levem os filhos à escola ou façam o que lhes apetecer se não os tiverem, e não percam tempo no trânsito e em filas intermináveis e, ao mesmo tempo, gastem menos gasolina, menos energia e menos recursos.
O objectivo do "Out of Office Day", que tem uma página para adesão no Facebook, é repetir a iniciativa todos os anos e com cada vez mais pessoas para mudar mentalidades, políticas empresariais, alterar a forma como o trabalho é encarado e realizado no dia-a-dia. A iniciativa visa, por outro lado, promover o aumento da flexibilidade e mobilidade no trabalho como meio de melhoria da qualidade de vida e ambiente familiar dos trabalhadores, diminuir o impacto ambiental causado pelas elevadas emissões de CO2, reduzir os custos operacionais nas empresas e, consequentemente, aumentar a produtividade.
"Hoje em dia, as ferramentas de produtividade, comunicação e colaboração, aliadas a uma largura de banda de excelência, permitem a qualquer pessoa uma total mobilidade no trabalho e a execução da sua função a partir de virtualmente qualquer lugar", justifica Marcos Santos, gestor de negócio do Office e responsável pelas iniciativas de produtividade da Microsoft Portugal, uma das empresas que aderiram a este dia diferente.
Carla Castro   
07/03/13 10:07
Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/mais-de-70-empresas-alinham-hoje-no-dia-fora-do-escritorio_164293.html



terça-feira, 5 de março de 2013

Técnicas para ser eficaz na resolução de divergências


"
  • Escute até ao fim a ideia do seu interlocutor;
  • Mostre-se interessado na sua mensagem;
  •  Não interrompa;
  • Faça perguntas para que o seu interlocutor clarifique o pensamento e os argumentos;
  • Esteja atento às suas expressões faciais: não revele arrogância, negativismo ou rejeição, face ao que diz o interlocutor;
  • Diga com frequência “eu compreendo…”;
  • Fale de forma serena e calma;
  • Não imponha as suas ideias, mas proponha-as;
  • Revele empatia e disponibilidade para chegar a uma solução de consenso. "

Há quanto tempo não desenvolve as suas competências?


Ultimamente, com o crescimento das redes sociais e com a capacidade de qualquer pessoa poder partilhar o que pensa e aquilo que sente, as “frases feitas” começaram a fazer parte do dia-a-dia. É muito comum encontrar frases de pessoas famosas que parecem ir de encontro às dúvidas que aquela pessoa tem. Funciona quase como uma resposta a um problema.
Porém, é necessário ter atenção a este novo hábito, pois pode tornar-se perigoso a longo prazo. Se por um lado estas frases são importantes para aumentar a motivação, por outro elas pecam por uma falta de método, por uma falta do desenvolvimento de competências. Torna-se muito simples dizer que é necessário ir para um determinado caminho, mas não se ensina o que se deve fazer para chegar ao final desse caminho. Opta-se pelo mais fácil, esquece-se o essencial.
Tão importante como ficar mais motivado para a sua evolução (a junção das duas partes é determinante), é encontrar uma forma de desenvolver competências a nível profissional ou pessoal. É necessário encontrar um método/plano que permita evoluir de forma constante. Procurar por especialistas, ler livros/revistas ou estudar com mais frequência podem ser boas estratégias para conseguir chegar ao tal método. Depois disso, é necessário partir para a experiência, ir para o terreno e colocar tudo aquilo que estudou em prática, pois só assim poderá desenvolver as suas competências. Experimentar o que aprendeu é imperial, tornando essa experiência mais efetiva.
Outro dos pontos essenciais para o desenvolvimento pessoal é perceber quais são as suas principais características e entender o que precisa de evoluir. Faça uma análise pessoal e compreenda o que tem de melhorar, quais são os seus “pontos fracos” mas acima de tudo o que precisa de evoluir para construir uma carreira de sucesso a longo prazo.
Uma boa forma de conseguir fazê-lo é analisar tudo aquilo que já conseguiu na sua vida. Como conseguiu essas conquistas? Que dificuldades teve de ultrapassar? O que ganhou e o que perdeu com tudo isso? Ao fazer um balanço geral de tudo aquilo que conquistou e de todos os sacrifícios que fez, fica mais fácil de encontrar uma motivação intrínseca para começar o desenvolvimento pessoal.
O último ponto que gostaria de destacar é a necessidade de sair da sua zona de conforto, da sua rotina diária para conseguir essa tal evolução. É obrigatório mudar o paradigma atual. Para mudar a sua situação atual é necessário, em primeiro lugar, mudar-se a você mesmo. Não adianta querer mudar à mundo à sua volta sem deixar organizado o seu próprio mundo. Fazer aquilo que mais receia e que neste momento é uma dificuldade pode ser o primeiro passo para a tal evolução a nível profissional que falamos durante todo este artigo.
Por isso, deixo a pergunta no ar: qual é a sua maior dificuldade neste momento a nível profissional ou pessoal? Escolha uma e defina um método para evoluir nessa vertente. Certamente dará um passo importante rumo ao sucesso na sua carreira!
Pedro Ruivo
Consultor da Sucesso em Vendas

Fonte:
http://www.rhonline.pt/cronicas/cronica.php?chronicle_id=50

Braga recebe workshop sobre contratação e mobilidade de trabalhadores



ICF

Apoiar as empresas e os empresários na gestão dos Recursos Humanos, apostando em boas práticas ao nível da contratação e da mobilidade de trabalhadores e em estratégias eficientes e responsáveis, é o objetivo da iniciativa que a Organização Não Governamental Oikos - Cooperação e Desenvolvimento promove, em parceria com a AIMinho - Associação Empresarial, amanhã, dia 6 de março. Sob o tema "Boas Práticas na Contratação e Mobilidade dos Recursos Humanos", o workshop realiza-se a partir das 14h00, na AIMinho.

A ação destina-se a dirigentes e técnicos de associações empresariais, empresários e profissionais com funções ao nível da gestão de Recursos Humanos e ainda a intervenientes em processos de contratação e mobilidade de trabalhadores.

Dar a conhecer o atual enquadramento legislativo das relações de trabalho, focando as principais alterações vigentes em 2013 (destaque para os impactos na vida das empresas) e apresentar alguns recursos de apoio à contratação, mobilidade e recrutamento, bem como fundamentar e apoiar a implementação da responsabilidade social enquanto estratégia de gestão empresarial serão os três momentos principais da iniciativa.

Para o efeito, serão apresentados o programa Estímulo 2012 e a medida de apoio à contratação via reembolso da Taxa Social Única, cujas candidaturas abriram a 18 de fevereiro. Além disso, serão dados a conhecer os procedimentos inerentes ao destacamento de trabalhadores e à subcontratação, no âmbito de uma estratégia de internacionalização que apele à deslocação e mobilidade de colaboradores. Considerando o atual contexto de crescentes movimentos migratórios, haverá ainda espaço para esclarecimentos sobre o funcionamento do serviço de apoio ao recrutamento de trabalhadores estrangeiros no espaço europeu.

A Responsabilidade Social (RS) será outra das temáticas a abordar no decorrer do encontro, aproveitando-se, assim, a oportunidade para apresentar uma ferramenta informática de diagnóstico, implementação e gestão empresarial das práticas de RS, no âmbito do projeto Sustentar 2.0., promovido pela AIMinho - Associação Empresarial. O objetivo é que esta ferramenta funcione como um suporte ao diagnóstico e apoio à implementação e gestão de sistemas de Gestão de RS. Será também sob a égide da RS que o workshop terminará, contando com uma reflexão sobre novos modelos de atuação, visando novos resultados, a partir da perspetiva da Oikos.

De registar que o workshop conta com o apoio da Câmara Municipal de Braga e integra o projeto da Oikos “Mãos (re)Forçadas: Contra o Tráfico de Seres Humanos e a Exploração Laboral”, financiado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), através do Programa Operacional de Potencial Humano (POPH).

Fonte:
http://www.rhonline.pt/noticias/noticia.php?news_id=1065

sábado, 2 de março de 2013

Necessidade de Formação


“ Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se
recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender.”

Alvin Toffler


O conhecimento/experiência/versatilidade e capacidade de adaptação são a chave para o sucesso, pois o impossível,  é nada mais o limite da imaginação.