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sábado, 10 de agosto de 2013

Truques para aumentar a motivação.

Truques favoritos de empreendedores para aumentar produtividade

Saiba as pequenas 'manhas' que alguns empreendedores usam para melhorar os indíces de produtividade dos seus negócios, com uma seleção da "Business Insider".
www.expresso.pt
Há muitos truques para impedir distrações que prejudiquem o trabalho
Há muitos truques para impedir distrações que prejudiquem o trabalho
Flickr
Duskin Moskovitz
co-fundador do Facebook defende que se deve guardar sempre um dia da semana para projetos pessoais. No caso das empresas pelo qual é responsável, trata-se da quarta-feira. Algo que considera essencial "para garantir que se tem sempre tempo para trabalho de qualidade além das tarefas necessárias".
Barath Kumar
Trabalhar aos domingos à noite. É este o principal conceito de produtividade do fundador do site Pugmarks.me, dado a quantidade de ideias produtivas que conseguimos reunir durante o tempo livre do fim-de-semana e que devem logo ser postas em prática. Pode dormir menos, mas assim chega à segunda-feira cheio de confiança e no topo do seu jogo.
Alok Bhardwaj
criadora da startup Hidden Reflex acredita que a melhor forma de começar os dias de trabalho é tratar logo da tarefa que menos lhe agrada, ou seja, dar duas ou três horas e tirá-la logo do caminho, antes de se lançar nos e-mails e noutros trabalhos. Aconselha também a ter sempre uma lista de três a cinco coisas que têm que ser feitas.
Roman Grigorjev
De acordo com este empreendedor, um dos responsáveis pelo GuessMate.com, o Facebook não passa de uma distração que tira horas de trabalho. Por isso, aconselha as pessoas a clicarem neste link  e passarem todos seus amigos na rede social para "conhecidos". Desta forma, em vez de receber tudo, só aparecem os posts mais importantes do dia, no máximo cinco por amigo. "Vai torná-o cinco a dez vezes mais produtivo".
Paul A. Klipp 
Esvaziar a mente de tudo que não vai precisar e esforçar-se para interiorizar tudo o que vai precisar para o dia de trabalho. O especialista em programação de software e empreendedor explica que começou por usar um papel para apontar tudo em tópicos, mas que agora recorre à ferramenta MindMeister  para o ajudar.
Bryan Guido Hassin
O professor de Harvard reparou que algum do melhor trabalho que fazia ocorria em viagens de avião. Por isso, estabeleceu os "dias de aviação" para recriar as mesmas condições. Nesses períodos, restringe o acesso à Internet, elimina potenciais distrações e dá prioridade aos temas mais importantes nas suas listas.
Christian Sutardi
"Há dois meses comecei a seguir a famosa "regra dos dois minutos" de David Allen. É muito simples: Quando aparece uma nova tarefa e eu vejo que a consigo fazer em menos de dois minutos, faço-a imediatamente. Aumentou imenso a minha produtividade e adoro-a, porque não é preciso nenhuma ferramenta 'especial de corrida' para a aplicar", afirma o co-fundador da startup Lolabox.
Ivan Staroversky
psicoterapeuta e conhecido 'hacker social' afirma ter começado a ter atenção aos ciclos naturais do seu corpo, que ocorrem durante 90 a 120 minutos, de forma a saber quando é necessário descansar e parar, de forma a evitar períodos de cansaço que diminuam a produtividade.
Rob Rawson
O fundador do "staff.com" revela utilizar uma ferramenta do Gmail, intitulada Auto Advance", de forma a manter a caixa de entrada sempre limpa e não permitir a leitura dos mesmos e-mails mais que uma vez.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/truques-favoritos-de-empreendedores-para-aumentar-produtividade=f825164#ixzz2bYpQKnFW


fonte:
http://expresso.sapo.pt/truques-favoritos-de-empreendedores-para-aumentar-produtividade=f825164

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Superar uma avaliação negativa (desenvolvimento de carreira)


Uma oportunidade para aprender mais e melhorar resultados. 

Muitas empresas escolhem os primeiros meses do ano para recolher, apresentar e, em alguns casos, discutir a avaliação de desempenho dos seus colaboradores. Se, muitas vezes, os resultados obtidos são os esperados, não raramente a avaliação chega como uma surpresa e a classificação dada ao colaborador fica muito aquém das suas expectativas. 
Saiba o que fazer para ultrapassar uma avaliação negativa e transformar uma situação desagradável numa oportunidade para aprender mais e melhorar resultados.



 Reacção
# É natural sentir-se zangado e até algo injustiçado ao receber uma avaliação menos positiva ao desempenho. No entanto, é fundamental que mantenha a calma e uma postura profissional.
# Compreenda o papel de quem avalia e não se deixe dominar pelas emoções. Não leve uma critica profissional de forma pessoal.
# Mantenha-se atento aos comentários que são feitos e a análise de cada área avaliada. É importante que se consiga focar no que pode ser melhorado no seu desempenho.
# Certas atitudes não têm defesa possível. Nestes casos, é melhor assumir o seu erro e comprometer-se a melhorar.
# Procure terminar a conversa com a sua chefia de forma positiva. Reforce a ideia de que gosta de trabalhar na empresa e que espera poder cada vez mais trazer um contributo positivo.

Acção
# Faça uma auto-avaliação e uma análise objectiva ao feedback que lhe foi dado de forma a poder focar-se nos seus pontos mais fracos. 
# Tente determinar o que originou a avaliação negativa: falta de conhecimentos ou experiência para conseguir fazer melhor, falta de condições, desmotivação?
# Se até à data sempre teve boas avaliações, o que mudou? Analise que factores podem estar a interferir nesta mudança: desinteresse, novas expectativas trazidas por um novo chefe, problemas pessoais ...
# Preocupe-se em reunir todos os argumentos para os resultados obtidos. Se necessário, reúna-se novamente com o seu chefe para ter explicações mais especificas nos pontos que lhe pareçam mais vagos. 
# Assinale, dos comentários que recebeu, aqueles que lhe parecem estar relacionados com situações pontuais e os que já parecem reflectir um padrão de comportamento.
# Estabeleça, de preferência em conjunto com o seu superior mais directo, um “plano de recuperação”, definindo uma estratégia prática para a forma de melhorar a sua performance.
# Depois de começar o seu plano de recuperação, é importante tentar obter um feedback frequente junto da sua chefia. Não espere pela próxima avaliação.
# O ideal é agir antes dos problemas acontecerem. Sempre que tenha consciência que alguma coisa não está bem, que não tem as condições necessárias para desenvolver a sua actividade, que não percebeu bem o que lhe foi pedido, por exemplo, peça ajuda.


Fonte
http://emprego.sapo.pt/guia-carreira/artigo/169/superar-uma-avaliacao-negativa.htm

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Remuneração dos gestores das cotadas caiu mais de 6%


Os presidentes-executivos e administradores das cotadas do PSI 20 viram, em geral, o valor das suas remunerações descer no ano passado. A queda na remuneração atribuída aos membros dos conselhos de administração das cotadas nacionais foi de 6%, enquanto os presidentes-executivos viram os seus salários cair mais de 3%.

Apesar da descida, o ritmo da descida das remunerações atribuídas aos gestores foi mais moderada que a quebra dos resultados das cotadas. Em 2012, as empresas que compõem o PSI 20 viram os lucros cair quase 30%, devido aos prejuízos avultados das cotadas do sector financeiro. Excluindo a banca, os resultados tiveram uma descida de quase 10%.

Os presidentes-executivos das cotadas viram a sua remuneração bruta (que inclui fixa, variável e na maior parte dos casos descontos para planos de pensões) baixar no ano passado de 14 milhões de euros para 13,5 milhões. Já o total dos membros dos conselhos de administração recebeu em 2012 menos quatro milhões que no ano anterior. Ainda assim, ganharam, no seu conjunto, 53,2 milhões de euros. 
por: Rui Barroso 13/05/13 00:06
Fonte:

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Desenvolvimento da Carreira (gestão de competências)

Os principais passos para chegar a uma promoção. 

Quem deseja alcançar uma posição de destaque no meio empresarial deve definir uma estratégia a longo prazo. Na verdade, fora casos excepcionais de sorte, a carreira constroi-se passo a passo e todos os momentos de um profissional servem para avaliar o seu potencial. Conheça os principais passos para chegar a uma promoção.
- Comece desde o dia 1! Desde o primeiro momento em que entra na empresa está a criar uma imagem e a desenvolver o seu perfil profissional. A forma como se mostra aos outros e como se comporta, são avaliadas desde logo e é nesse momento que se começa a pesar se tem ou não o que é necessário para subir na carreira.
- Avaliações. As avaliações de desempenho são momentos decisivos e acabam por ser a sua principal “carta de apresentação” na esfera organizacional. Elas perpetuam-se em relação a chefes, simpatias e antipatias, por isso, não desvalorize a sua importância. Empenhe-se para obter a classificação que considera mais justa.
- Resultados. À medida que vai alcançando metas e batendo objectivos, é importante que registe essa informação. Há pessoas que fazem muitas coisas que se revelam importantes para a empresa, mas que num momento de confronto não são capazes de identificá-las. Se for fazendo este exercício passo-a-passo é natural que tenha mais sucesso num momento destes.
- Mantenha uma boa relação com o seu chefe. Esta é uma boa forma de assegurar-se de que terá alguém com influência a interceder a seu favor, quando surgir uma boa oportunidade. Isto não quer dizer que se torne um “graxista”, mas sim que consiga relacionar-se de forma positiva e não conflituosa com as suas chefias.
- Seja profissional. Se tem a ambição de vir a ocupar um lugar de liderança, é importante que o seu comportamento seja exemplar. Preocupe-se com uma postura correcta e uma atitude irrepreensível com todos os que o rodeiam para, mais tarde, aqueles que neste momento são seus pares, não tenham nada a apontar.
- Seja um “jogador de equipa”. É importante que não ignore ou tente atropelar os seus colegas. Contribua activamente para que toda a equipa ganhe, divida os êxitos e evite apontar dedos quando existem falhas. Lembre-se que um profissional é avaliado sob várias perspectivas e a forma como se insere na equipa é um dos critérios relevantes.
- Expanda os seus horizontes. Se quer subir na carreira é importante que vá actualizando e adquirindo novos conhecimentos. Para alinhar os seus objectivos com os objectivos da empresa tente adquirir as novas competências nas áreas que identifica como sendo críticas para o negócio.
- Não fuja das responsabilidades. Peça mais trabalho, mostre-se disponível, torne-se “valioso” para a empresa. Isto demonstra o seu interesse e demonstra também que está preparado para assumir maiores responsabilidades. No entanto, lembre-se que só deverá avançar para aquilo que consiga realmente assegurar. Caso contrário, a sua operação de marketing pode revelar-se um verdadeiro “tiro no pé”.
- Mantenha a calma. Se as coisas não acontecerem com a rapidez que pretende, é importante que não esmoreça e que continue a trabalhar na direcção do seu objectivo. 
- Saiba parar.  Se tem dado tudo por tudo, teve calma para aguardar que o seu momento chegasse, sucederam-se oportunidades e nunca foi promovido, talvez esteja no momento de equacionar mudar de emprego.


Fonte:
Sapo emprego
http://emprego.sapo.pt/guia-carreira/artigo/211/o-caminho-da-promocao.htm

terça-feira, 23 de abril de 2013

Idade e motivações


Diferentes fases do percurso profissional. 

Ainda que seguindo um rumo mais ou menos delineado e sabendo que direcção queremos tomar, as expectativas e motivações vão sendo diferentes consoante avançamos no nosso percursos profissional. De facto, o que ambicionamos hoje pouco se aproxima do que ambicionávamos há dez anos atrás e nada tem a ver, com grande probabilidade, ao que vamos aspirar daqui a mais dez. 
Sem querer estereotipar nem catalogar faixas etárias, desvendamos o que mais se destaca como prioridade em determinadas fases da vida e da carreira profissional, delineando as motivações típicas de cada idade. 

Aos 20… Aprendizagem
A entrada no mercado de trabalho e a descoberta de um “novo mundo” que tem tanto para dar e onde há tanto por explorar. Esta é tipicamente a fase da aprendizagem, de sedimentar conhecimentos e adquirir competências. É o ponto de partida, onde as prioridades são adquirir as melhores ferramentas para um percurso que se quer longo e repleto de êxitos. 

Aos 30.... Ambição
A vontade de ser bem sucedido e dar provas do talento é o principal motor do desempenho profissional durante esta etapa. Sobretudo, o profissional procura colher os primeiros frutos de todo o trabalho e esforço desenvolvido previamente. Quer-se fazer mais e melhor. Chegar cada vez mais longe. Esta é normalmente uma fase de rápido crescimento e evolução profissional, onde o empenho está fundamentalmente centrado em conseguir um melhor emprego ou uma promoção. 

Aos 40... Status
O reconhecimento pelos seus pares, pelas chefias e subordinados é um dos principais sinais de êxito profissional. Durante esta fase, importa garantir que o trabalho desenvolvido, para além dos resultados práticos obtidos, está também reconhecido por todos que o rodeiam. Não basta ser um bom profissional, é preciso que todos o saibam e o reconheçam. Para além das funções desempenhadas o “cargo” e a posição hierárquica que se ocupa assumem uma maior relevância. 

Depois dos 50...  Estabilidade 
Naturalmente, pelos condicionamentos típicos da idade, a segurança do trabalho passa a ser um dos focos centrais a nível profissional. Nesta fase, mais do que ambicionar novos desafios, os profissionais procuram ter bons níveis de desempenho e reforçam os seus laços com a empresa. Mais do que nunca, há uma dedicação e fidelidade aos valores da empresa e uma valorização dos laços entre colegas e chefias.

Fonte:

quinta-feira, 28 de março de 2013

Os sinais da auto-confiança

Descubra o profissional confiante que há em si. 

Todos nós temos fases em que nos achamos capazes de qualquer coisa e outras em que, pelo contrário, qualquer objectivo nos parece demasiado fora do nosso alcance.  Mas há pessoas cuja auto-confiança é suficientemente forte para não se deixar abalar por metas quase impossíveis de atingir ou resultados totalmente fora das suas expectativas. Para saber reconhecer, e descobrir o ser confiante que há em si, destacamos os seis sinais mais evidentes de uma elevada autoconfiança. 

1. Admite facilmente quando erra. 
A pessoa auto-confiante não tem receio de assumir os seus erros porque sabe que o êxito não se faz apenas de sucessos, mas também de tentativas e de falhas. Quem está seguro do seu valor, enquanto profissional ou mesmo a nível pessoal, encara uma falha como um percalço no caminho mas nunca como um obstáculo para chegar ao sucesso. 

2. Fala com entusiasmo dos seus feitos. Não se trata aqui de presunção ou vaidade, mas sim o orgulho próprio de quem se entrega com paixão aquilo que são as suas funções e responsabilidades. Pessoas com uma elevada auto-estima não se inibem de falar de si, nem de demonstrar o seu valor aos outros.

3. Apresenta-se com segurança. A linguagem corporal é o primeiro elemento denunciador do nível de autoconfiança de alguém. Uma boa postura, com um olhar directo e um cumprimento firme são sinais reveladores de uma personalidade segura de si, com uma elevada auto-estima. Por outro lado, também o vestuário poderá indicar o tipo de personalidade com que se está a lidar.

4. Não teme “remar contra a maré”. Porque está seguro de si e das suas convicções, e não demonstra qualquer dificuldade em lidar com o erro, não hesita quando se trata de defender as suas opiniões contra qualquer argumento ou teoria. Se realmente acredita numa coisa, manterá a sua convicção até provar que está certo… ou que estava errado! 

5. Não receia mudar de opinião. Tal como defende as suas convicções, uma pessoa auto-confiante não encara a mudança de opinião como um efeito da derrota ou um sinal de fragilidade. Como não sente que tenha algo a provar aos outros, mudar de ideias é tão natural como defender até às ultimas consequências as suas convicções. 

6. Tem sempre uma abordagem positiva. Não admitem derrotismos nem discursos negativistas. Mesmo quando analisa fracassos, ou algo menos bem conseguido, existem sempre palavras de optimismo e pontos positivos a realçar.

7. Está sempre disposto a participar. Seja numa conversa de amigos ou numa discussão de trabalho, este tipo de pessoas não se coíbe de dar a sua contribuição. Nestas situações, facilmente dominam uma conversa, dado o entusiasmo com que se entregam à defesa dos seus argumentos e apresentação de novas ideias. 

8. Gosta de novos desafios. A confiança nas suas próprias capacidades levam qualquer pessoa a gostar de ir sempre um bocadinho mais longe e assumir novos desafios. Em termos profissionais, a auto-confiança traduz-se em não ter receio de correr o risco e sair da esfera das funções habituais.


Fonte:
http://emprego.sapo.pt/guia-carreira/artigo/178/os-sinais-da-auto-confianca.htm
sapo emprego

sexta-feira, 22 de março de 2013

Custo da mão-de-obra não resolve problema da indústria nacional


22/03/2013 | 14:00 | Dinheiro Vivo
O estudo "Os principais desafios da indústria em Portugal", que está agora a ser apresentado pela consultora PwC, no Palácio da Bolsa, no Porto, conclui que a aposta na mão-de-obra barata não vai resolver o problema do setor. Mais inovação, maior qualificação dos recursos humanos, menos burocracia do lado do Estado, IRC mais amigo do investidor, redução dos custos com energia e um financiamento mais ágil às empresas constituem os principais fatores suscetíveis de impulsionar a indústria nacional.
A indústria pesa 24% no PIB português, mas já contribuiu com 29% para a riqueza nacional, em 1995. Dá emprego a 833 mil trabalhadores e pesa 24% na população empregada, abaixo dos 30% que chegou a representar em 1995.
Perante este panorama, a PwC consultou dois painéis, um em Lisboa e outro no Norte do país (30 pessoas no total), constituídos por industriais, académicos e profissionais da banca. O resultado aponta para a necessidade de a indústria procurar novas soluções, mas o Estado não deverá furtar-se ao seu papel de auxiliar do investimento. Uma das sugestões passa pela criação do gestor do contribuinte no Fisco com o intuito de ajudar as empresas portuguesas que querem investir no estrangeiro.
"Em Portugal temos um problema de pouco valor acrescentado bruto por capital empregue ou por trabalhador, devido, em grande parte, a métodos de trabalho pouco estruturados e não tanto ao número de horas trabalhadas por semana", referem os relatores do estudo.
Aspeto em destaque no documento prende-se com o custo com pessoal, sendo que os painéis ouvidos pela PwC contrariam afirmações recentes de Belmiro de Azevedo, chairman da Sonae, mas corroboram posições de figuras como o presidente Cavaco Silva. "Não é no custo da mão-de-obra que podem ser encontradas as soluções para o problema da produtividade na indústria portuguesa. Contudo, é necessária uma legislação laboral mais adaptada às necessidades de algumas empresas, nomeadamente as que trabalham por turnos".
Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/Empresas/Artigo/CIECO124450.html?page=0

quarta-feira, 20 de março de 2013

Motivação


Um exemplo de motivação, e consequente aumento de produtividade pela satisfação e bem estar do funcionário
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2013/03/20/funcionarios-de-fabrica-de-cortica-experimentaram-massagens-a-meio-do-turno


Fonte:
http://sicnoticias.sapo.pt/vida/2013/03/20/funcionarios-de-fabrica-de-cortica-experimentaram-massagens-a-meio-do-turno

sábado, 9 de março de 2013

... porque um vencimento assim?


Banco Barclays, breve crónica.

Até então, todo o capital humano da Organização era necessário e enquadrava-se na estratégia de crescimento do banco.O mercado estagnou, e consequente a perda de receitas instala-se.
O que fazer?
Cortar na despesa!!!, pois à vista é o mais fácil. 
Começamos por onde?
Isso é fácil, pelas sucursais, pois nós "CEO´s" não podemos perder vencimento. 
E vamos despedir cerca de 190 colaboradores para poupar 2.600.000,00€? 
Claro.
Mas assim vamos continuar a perder receitas pelo fecho das sucursais.
AAHH, isso depois vê-se, e até voltamos a contratar, contribuindo para a diminuição do desemprego...


abaixo, notícia de inspiração para a crónica.

Banca

CEO do Barclays recebeu 2,6 milhões de euros em 2012

Alberto Teixeira   08/03/13 15:28 
Num ano marcado por prejuízos e anúncio de despedimentos, Antony Jenkins recebeu 2,6 milhões de euros do Barclays.
O presidente executivo do Barclays, Antony Jenkins, recebeu 2,3 milhões de libras (2,6 milhões de euros) no ano passado, menos 63% do salário e bónus de longo prazo que o seu antecessor, Robert Diamond, recebeu em 2011.
Jenkins tornou-se CEO do banco britânico apenas em Setembro do ano passado, depois de o escândalo em torno do caso da manipulação das taxas interbancárias Libor ter levado Diamond a demitir-se.
Segundo o comunicado de hoje, o segundo maior banco britânico em activos premiou 428 trabalhadores com mais de um milhão de libras em 2012, menos do que os 473 em 2011, numa tentativa de responder às críticas da opinião pública em relação ao alto nível de remunerações no banco.
No ano passado, o Barclays registou prejuízos de 1,2 mil milhões de euros, número que comparou com o lucro de 3,5 mil milhões obtido no ano anterior.
Para responder a estes resultados, Antony Jenkins anunciou um plano para reduzir os custos do banco em 19 mil milhões de euros até 2015. Esse plano implica, já este ano, 3.700 despedimentos, dos quais 1.800 acontecerão na banca de investimento e 1.900 no negócio europeu. Portugal será atingido.

Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/ceo-do-barclays-recebeu-26-milhoes-de-euros-em-2012_164421.html

sexta-feira, 8 de março de 2013

"Ninguém quer um país pobre", mas "o ideal era que os salários descessem"

António Borges, que é consultor do Governo, sustenta que o valor actual do salário mínimo (485 euros) deve ser mantido como está, mas refere que o combate ao desemprego podia ser mais eficaz se os vencimentos fossem reduzidos

O consultor do Governo para as privatizações considera que "a primeira prioridade", tendo em conta "as dificuldades com que as pessoas se defrontam hoje em dia, é voltar a pô-las a trabalhar, é encontrar postos de trabalho". António Borges defende que "isso não se faz tornando o posto de trabalho mais caro" e diz que "o ideal era que os salários descessem"....
(fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=99414)


Vejamos
O capital humano depende da economia, é certo. Mas a economia também depende do capital humano, pois é este que a faz evoluir.
Neste tipo de situação (salário)  parece todas as atenções são direcionadas apenas para a entidade patronal, em que aparentemente ninguém se preocupa com NECESSIDADES do trabalhador e os efeitos nefastos que estes comportamentos têm sobre a produtividade do mesmo.

Um exemplo
Só o anúncio de greve na TAP, é suficiente para gerar um perda de aproximadamente 10 milhões de euros.
(fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=2174357)

... esta politica de defesa única da Empresa estará correta?
... a motivação do trabalhador já não é importante?
... a teoria das necessidades de Maslow, será que se esqueceram?

quinta-feira, 7 de março de 2013

Mais de 70 empresas alinham hoje no dia fora do escritório


Muitos portugueses trabalham hoje fora do escritório. E você, já sabe onde vai trabalhar?
A iniciativa chama-se "Out of Office Day", já tem enorme expressão e aderência a nível internacional, nomeadamente na Alemanha, Canadá, Reino Unido e Suíça, mas é a primeira vez que é lançada em Portugal, com o apoio do Ministério da Economia. Já aderiram mais de 70 organizações entre as quais a Microsoft , a Câmara Municipal de Lisboa, a Fundação Champalimaud, o Grupo CH, a Lift, a Unisys, a Jason Associates, entre muitas outras.
A ideia é trabalhar a partir de um qualquer local escolhido: de casa, da esplanada, do jardim, ou de onde for mais conveniente. Pretende-se que os portugueses levem os filhos à escola ou façam o que lhes apetecer se não os tiverem, e não percam tempo no trânsito e em filas intermináveis e, ao mesmo tempo, gastem menos gasolina, menos energia e menos recursos.
O objectivo do "Out of Office Day", que tem uma página para adesão no Facebook, é repetir a iniciativa todos os anos e com cada vez mais pessoas para mudar mentalidades, políticas empresariais, alterar a forma como o trabalho é encarado e realizado no dia-a-dia. A iniciativa visa, por outro lado, promover o aumento da flexibilidade e mobilidade no trabalho como meio de melhoria da qualidade de vida e ambiente familiar dos trabalhadores, diminuir o impacto ambiental causado pelas elevadas emissões de CO2, reduzir os custos operacionais nas empresas e, consequentemente, aumentar a produtividade.
"Hoje em dia, as ferramentas de produtividade, comunicação e colaboração, aliadas a uma largura de banda de excelência, permitem a qualquer pessoa uma total mobilidade no trabalho e a execução da sua função a partir de virtualmente qualquer lugar", justifica Marcos Santos, gestor de negócio do Office e responsável pelas iniciativas de produtividade da Microsoft Portugal, uma das empresas que aderiram a este dia diferente.
Carla Castro   
07/03/13 10:07
Fonte:
http://economico.sapo.pt/noticias/mais-de-70-empresas-alinham-hoje-no-dia-fora-do-escritorio_164293.html



terça-feira, 5 de março de 2013

Técnicas para ser eficaz na resolução de divergências


"
  • Escute até ao fim a ideia do seu interlocutor;
  • Mostre-se interessado na sua mensagem;
  •  Não interrompa;
  • Faça perguntas para que o seu interlocutor clarifique o pensamento e os argumentos;
  • Esteja atento às suas expressões faciais: não revele arrogância, negativismo ou rejeição, face ao que diz o interlocutor;
  • Diga com frequência “eu compreendo…”;
  • Fale de forma serena e calma;
  • Não imponha as suas ideias, mas proponha-as;
  • Revele empatia e disponibilidade para chegar a uma solução de consenso. "

Há quanto tempo não desenvolve as suas competências?


Ultimamente, com o crescimento das redes sociais e com a capacidade de qualquer pessoa poder partilhar o que pensa e aquilo que sente, as “frases feitas” começaram a fazer parte do dia-a-dia. É muito comum encontrar frases de pessoas famosas que parecem ir de encontro às dúvidas que aquela pessoa tem. Funciona quase como uma resposta a um problema.
Porém, é necessário ter atenção a este novo hábito, pois pode tornar-se perigoso a longo prazo. Se por um lado estas frases são importantes para aumentar a motivação, por outro elas pecam por uma falta de método, por uma falta do desenvolvimento de competências. Torna-se muito simples dizer que é necessário ir para um determinado caminho, mas não se ensina o que se deve fazer para chegar ao final desse caminho. Opta-se pelo mais fácil, esquece-se o essencial.
Tão importante como ficar mais motivado para a sua evolução (a junção das duas partes é determinante), é encontrar uma forma de desenvolver competências a nível profissional ou pessoal. É necessário encontrar um método/plano que permita evoluir de forma constante. Procurar por especialistas, ler livros/revistas ou estudar com mais frequência podem ser boas estratégias para conseguir chegar ao tal método. Depois disso, é necessário partir para a experiência, ir para o terreno e colocar tudo aquilo que estudou em prática, pois só assim poderá desenvolver as suas competências. Experimentar o que aprendeu é imperial, tornando essa experiência mais efetiva.
Outro dos pontos essenciais para o desenvolvimento pessoal é perceber quais são as suas principais características e entender o que precisa de evoluir. Faça uma análise pessoal e compreenda o que tem de melhorar, quais são os seus “pontos fracos” mas acima de tudo o que precisa de evoluir para construir uma carreira de sucesso a longo prazo.
Uma boa forma de conseguir fazê-lo é analisar tudo aquilo que já conseguiu na sua vida. Como conseguiu essas conquistas? Que dificuldades teve de ultrapassar? O que ganhou e o que perdeu com tudo isso? Ao fazer um balanço geral de tudo aquilo que conquistou e de todos os sacrifícios que fez, fica mais fácil de encontrar uma motivação intrínseca para começar o desenvolvimento pessoal.
O último ponto que gostaria de destacar é a necessidade de sair da sua zona de conforto, da sua rotina diária para conseguir essa tal evolução. É obrigatório mudar o paradigma atual. Para mudar a sua situação atual é necessário, em primeiro lugar, mudar-se a você mesmo. Não adianta querer mudar à mundo à sua volta sem deixar organizado o seu próprio mundo. Fazer aquilo que mais receia e que neste momento é uma dificuldade pode ser o primeiro passo para a tal evolução a nível profissional que falamos durante todo este artigo.
Por isso, deixo a pergunta no ar: qual é a sua maior dificuldade neste momento a nível profissional ou pessoal? Escolha uma e defina um método para evoluir nessa vertente. Certamente dará um passo importante rumo ao sucesso na sua carreira!
Pedro Ruivo
Consultor da Sucesso em Vendas

Fonte:
http://www.rhonline.pt/cronicas/cronica.php?chronicle_id=50

Braga recebe workshop sobre contratação e mobilidade de trabalhadores



ICF

Apoiar as empresas e os empresários na gestão dos Recursos Humanos, apostando em boas práticas ao nível da contratação e da mobilidade de trabalhadores e em estratégias eficientes e responsáveis, é o objetivo da iniciativa que a Organização Não Governamental Oikos - Cooperação e Desenvolvimento promove, em parceria com a AIMinho - Associação Empresarial, amanhã, dia 6 de março. Sob o tema "Boas Práticas na Contratação e Mobilidade dos Recursos Humanos", o workshop realiza-se a partir das 14h00, na AIMinho.

A ação destina-se a dirigentes e técnicos de associações empresariais, empresários e profissionais com funções ao nível da gestão de Recursos Humanos e ainda a intervenientes em processos de contratação e mobilidade de trabalhadores.

Dar a conhecer o atual enquadramento legislativo das relações de trabalho, focando as principais alterações vigentes em 2013 (destaque para os impactos na vida das empresas) e apresentar alguns recursos de apoio à contratação, mobilidade e recrutamento, bem como fundamentar e apoiar a implementação da responsabilidade social enquanto estratégia de gestão empresarial serão os três momentos principais da iniciativa.

Para o efeito, serão apresentados o programa Estímulo 2012 e a medida de apoio à contratação via reembolso da Taxa Social Única, cujas candidaturas abriram a 18 de fevereiro. Além disso, serão dados a conhecer os procedimentos inerentes ao destacamento de trabalhadores e à subcontratação, no âmbito de uma estratégia de internacionalização que apele à deslocação e mobilidade de colaboradores. Considerando o atual contexto de crescentes movimentos migratórios, haverá ainda espaço para esclarecimentos sobre o funcionamento do serviço de apoio ao recrutamento de trabalhadores estrangeiros no espaço europeu.

A Responsabilidade Social (RS) será outra das temáticas a abordar no decorrer do encontro, aproveitando-se, assim, a oportunidade para apresentar uma ferramenta informática de diagnóstico, implementação e gestão empresarial das práticas de RS, no âmbito do projeto Sustentar 2.0., promovido pela AIMinho - Associação Empresarial. O objetivo é que esta ferramenta funcione como um suporte ao diagnóstico e apoio à implementação e gestão de sistemas de Gestão de RS. Será também sob a égide da RS que o workshop terminará, contando com uma reflexão sobre novos modelos de atuação, visando novos resultados, a partir da perspetiva da Oikos.

De registar que o workshop conta com o apoio da Câmara Municipal de Braga e integra o projeto da Oikos “Mãos (re)Forçadas: Contra o Tráfico de Seres Humanos e a Exploração Laboral”, financiado pela Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG), através do Programa Operacional de Potencial Humano (POPH).

Fonte:
http://www.rhonline.pt/noticias/noticia.php?news_id=1065

sábado, 2 de março de 2013

Necessidade de Formação


“ Os analfabetos do próximo século não são aqueles que não sabem ler ou escrever, mas aqueles que se
recusam a aprender, reaprender e voltar a aprender.”

Alvin Toffler


O conhecimento/experiência/versatilidade e capacidade de adaptação são a chave para o sucesso, pois o impossível,  é nada mais o limite da imaginação.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Um Bom Líder



  • Age de modo que os colaboradores sob o seu comando gostem de fazer o que ele pretende.
  • Consegue que todos os colaboradores o queiram sempre ajudar e se sintam realizados com isso.
  • Não têm subordinados, mas seguidores. Não dá ordens, mas garante que todos fazem o que ele deseja.
  • Consegue que as pessoas acreditem que falar no interesse delas, ou no dele, é a mesma coisa.
  • Transmite confiança e autoconfiança, inspira lealdade e é um confidente por excelência. As pessoas sentem-se à vontade para lhe dizer a verdade.
  • Transmite um sentido ético elevado, toma decisões justas e não protege ninguém. As suas decisões , mesmo as impopulares, são transparentes.
  • Dá o exemplo. A sua actuação é um símbolo para os colaboradores.
  • Não tem a pretensão de ser infalível, mas raramente comete erros graves.
  • Faz com que as pessoas sigam o mesmo rumo da empresa, garantindo que este é transparente, justo e claro.
  • Como tem a consciência de que não consegue fazer tudo sozinho, nunca comanda pelo medo. As pessoas seguem-no porque acreditam na sua visão.
Fonte
COELHO, Cristina; BASTOS, Mónica; PIRES, Carla; PINTO, Sónia. Criar e Consolidar Empresas (G)Locais passo a passo.Vila Real: Mimesis,Lda. 2004

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Potenciar e motivar os recursos humanos em tempos de crise é difícil. Conheça cinco casos que estão a consegui-lo.

Sempre que entram novos elementos na equipa da CH Business Consulting, a empresa gosta de os receber com um ritual. Chama-lhe a ‘entronização dos monstros' que mais não é do que uma forma descontraída de os apresentar e integrar no grupo de trabalho, que hoje conta com 75 colaboradores. As iniciativas informais para manter o espírito de equipa em alta não se ficam por aqui: há festas espontâneas sempre que o momento o justifica, existe um ‘barómetro da felicidade' para medir o nível de satisfação dos funcionários e a consultora até criou uma garrafa de champanhe especial, com o nome ‘Cheers', para celebrar os momentos especiais da empresa que alega ser "a mais feliz do mundo".

O champanhe terá certamente sido servido no dia em que a CH Business Consulting recebeu mais uma distinção este ano: foi a primeira, na categoria de Médias Empresas, a receber o Prémio Excelência no Trabalho - uma iniciativa promovida pela Heidrick & Struggles e pelo INDEG/ISCTE, em parceria com o Económico, que visa promover e premiar as melhores práticas das empresas na gestão dos recursos humanos. No total, esta terceira edição dos prémios distinguiu 43 empresas, divididas em cinco categorias, desde as grandes empresas com mais de mil colaboradores até aos micronegócios.